Impacto do câmbio nos preços domésticos
O mercado de combustíveis inicia a semana monitorando o impacto do câmbio nos preços domésticos. Com o dólar operando em patamares elevados, a defasagem da gasolina em relação ao preço internacional atinge cerca de 9%, pressionando a Petrobras para novos reajustes. Enquanto o diesel segue estável em vários polos, a paridade de importação preocupa distribuidores que dependem de produtos estrangeiros. O cenário é de cautela antes do aumento de demanda das festas de fim de ano.
Data: 21/12/25
Fonte: Abicom
Petrobras realiza o pagamento aos acionistas
de uma expressiva parcela de dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas nesta segunda-feira. O montante é referente aos resultados financeiros do exercício de 2025, reafirmando a robustez de caixa da estatal mesmo diante de cortes anteriores nos preços do diesel. Investidores celebram o fluxo de proventos, enquanto o governo avalia o balanço anual da companhia e o cumprimento de metas de produção no pré-sal.
Data: 22/12/25
Fonte: Investidor Petrobras
Petrobras anuncia o resgate antecipado de títulos globais
(Global Notes) com vencimento futuro, visando a otimização de sua dívida bruta. No mesmo dia, a companhia informa o mercado sobre novos desdobramentos em sua relação comercial com a Braskem. Essas movimentações financeiras ocorrem em um momento de estabilidade nos preços do petróleo Brent, que encerra o dia sendo negociado na casa dos US$ 61,87 por barril, mantendo o equilíbrio operacional da petroleira.
Data: 23/12/25
Fonte Investidor Petrobras
Contratos futuros do petróleo Brent registram uma leve queda
Na véspera de Natal, os contratos futuros do petróleo Brent registram uma leve queda, fechando em US$ 61,80. O movimento reflete uma desaceleração típica de feriado nos mercados internacionais e a percepção de uma oferta global robusta de óleo bruto. No Brasil, o setor de revenda de combustíveis opera em capacidade máxima para atender o fluxo de viagens, mas sem anúncios de novos reajustes nas refinarias da Petrobras, garantindo preços estáveis para o feriado.
Data: 24/12/25
Fonte: Investing.com
Aumento da mistura de biodisel foi o “vilão nas bombas”
Relatórios setoriais de encerramento de ano apontam que o aumento da mistura obrigatória de biodiesel para 15% (B15) foi um dos principais fatores para a manutenção dos preços elevados do diesel nas bombas em 2025. Embora a Petrobras tenha reduzido o preço do combustível fóssil nas refinarias, o custo mais alto do biocombustível e o retorno integral de impostos federais anularam o alívio para o consumidor final. O setor de transporte pressiona por revisões tributárias para 2026.
Data: 25/12/25
Fonte: Click Petróleo e Gás
Mercado brasileiro encerra o ano com um cenário de sobreoferta
O mercado brasileiro de gasolina encerra o ano com um cenário de sobreoferta devido ao aumento das importações e à maior frequência de leilões da Petrobras. Com o fechamento judicial da refinaria de Manguinhos meses antes, distribuidores buscaram volumes no exterior, aproveitando janelas de arbitragem favoráveis. Analistas preveem que essa dinâmica forçará a Petrobras a ajustar preços no início de 2026 para compensar a alta programada de ICMS nos estados.
Data: 26/12/25
Fonte: Argus Media
Sobe o preço do etanol hidratado em 19 estados brasileiros
Levantamento semanal da ANP revela que o etanol hidratado subiu em 19 estados brasileiros na semana de 21 a 27 de dezembro, com preço médio nacional de R$ 4,48 o litro. A competitividade do biocombustível frente à gasolina caiu drasticamente, sendo vantajoso apenas no estado de Mato Grosso do Sul. A alta é atribuída ao período de entressafra e ao aumento da demanda por veículos flex durante as viagens de fim de ano, prejudicando o bolso dos motoristas.
Data: 27/12/25
Fonte: R7 Notícias